segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Alma Gêmea"

“As pessoas acham que a alma gêmea é o encaixe perfeito, e é isso que todo mundo quer. Mas a verdadeira alma gêmea é um espelho: a pessoa que mostra tudo que está prendendo você, a pessoa que chama a sua atenção para você mesmo, para que você possa mudar a sua vida. Uma verdadeira alma gêmea é provavelmente a pessoa mais importante que você vai conhecer, porque elas derrubam as suas paredes e te acordam com um tapa. Mas viver com uma alma gêmea para sempre? Não! Dói demais. As almas gêmeas só entram na sua vida para revelar a você uma outra camada de você mesma, e depois vão embora.“

*Do filme Comer, Rezar e Amar

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Leis da Espiritualidade

A mensagem veio em um e-mail que recebi...
Não concordo com tudo, mas gosto do efeito da leitura abaixo.

Na Índia se ensina as quatro Leis da Espiritualidade...

A Primeira Lei diz:
A pessoa que chega, é a pessoa certa.
Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade.
Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão.
Para que possamos aprender e evoluir em cada situação.

A Segunda Lei diz:
O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. Nada, absolutamente nada que
ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...". Não!
O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante.
Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A Terceira Lei diz: Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!

A Quarta e Última Lei diz:Quando algo termina, termina! Simplesmente assim! Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!
Creio que não é por acaso que você está lendo isto.
Se este texto chega até nós hoje é porque estamos preparados para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado!!!
Viva Bem! Ama com todo o seu Ser! E permita-se ser Imensamente Feliz!

sábado, 15 de janeiro de 2011

"SÓ"

Ahhhh, que vontade de escrever aqui! Tanta coisa, mas pouco tempo e disposição também (olha o grau de sinceridade da pessoa! rsrs).
Bom, tenho várias histórias que acho legais para postar aqui, e todas surgem de conversas com amigos, observações no dia-a-dia ...
Um dia com amigos rende, né? Com amigas, então...

Onde há mulheres reunidas, há várias pautas. Um assunto hiper comum, (admitam meninas), são os relacionamentos amorosos, as descobertas, ilusões, decepções, felicidades, expectativas, etc. Esse é um tema com uma gama inesgotável de definições. E hoje, em conversa com amigas de longaaaa data (aquelas que sabem o que você está pensando quando olha diferente e tal, rsrs), o assunto era as descobertas de uma fase pós fim de relacionamento, seja uma simples paquera, um namoro, noivado, casamento, não importa. O medo de ficar só existe, assusta, mas chegamos a conclusão de que um tempo "só" é tão importante quanto um tempo junto.

Adianta estar com alguém sem gostar de fato? Sem curtir a companhia dessa pessoa? E vc, se conhece, sabe do que gosta, de quem gosta? Se não sabe e está "só", aproveite para se conhecer um pouco mais. Este não é um post feminista, minha gente. Quem tiver a oportunidade, faça o teste. Vá a todos os lugares que puder sozinha(o), cinema, praia, teatro, shopping, e ao banheiro também, criaturas! rsrs Balada não, tá? Deve ser um porre.

Se observe um pouco mais, isso é que é mesmo importante. Pode ser que tudo fique mais fácil de ser. Se conhecer nas situações, é massa, aposto! A conclusão da conversa de amigas solteiras, com namorado e noivas, foi essa. Todo mundo precisa de um momento "SÓ" e não precisa criar a oportunidade, mas saber identificar o momento e aproveitar. Esse "só", pode ser sozinha, só seu, pode ser só o que você quiser ...

Beijnhos, volto quando der... Tenho a história de uma Louis Vuitton absolutamente fantástica para contar aqui. Aguardem!!!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Em alguma parte, alguma de mim

Gosto muito dos textos de Hagamenon Brito. Abaixo, o trecho de mais um e o link da coluna dele no Correio*
(http://www.correio24horas.com.br/blogs/pop-head/?p=988)

"Se não for com firmeza, não me abrace.Se não for com sinceridade, não sorria para mim. Se não for com prazer, não me beije. Só gosto do que é inteiro, de nada pela metade. Se não for com desejo, não pense em mim. Se não for com carinho, não me dê presente. Se não tem nada a dizer, não fale, não me encare - não sou flor que se cheire."

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ama-se por ...

"Ama-se para não esquecer. O que mais desejamos é que alguém nos guarde, nos ajude a lembrar. Pense em cenas que passaram juntos, devolva lembranças linha a linha, para sinalizar que tudo o que vive com ela é decisivo. Revele que conhece sua namorada nos gostos mais simples. Ao dizer que tem saudade do cheiro dos seus cabelos, seja específico, diga qual o xampu que ela usa. Intimidade é conhecer detalhes."

Via Fabrício Carpinejar (http://carpinejar.blogspot.com)

Fitas do Bonfim são atração no Porto de Salvador

Um breve comentário antes de lerem a matéria abaixo. Sou suspeita porque gosto, em especial, de todas as matérias que fiz na rua. A sugestão de pauta dessa, foi minha. Aceita pelo meu editor na época, Renan Pinheiro, parti para a pesquisa e logo para a rua. Coloquei a câmera fotográfica na bolsa, e segui para o Porto de Salvador.

Fiz a pauta, as fotos, as entrevistas, o texto ... Me diverti com fontes, com turistas, com o segurança do Porto tetando me impedir de tirar fotos do navio, porque eu estava em uma áea proibida. Ora ora, nunguém me disse que era proibida! rsrs Fiz umas duas fotos do navio bem de perto e me mandei antes de criar qualquer confusão ... O rsultado está abaixo. No site, a matéria não está assinada e o crédito das fotos não me foi dado por uma regra do site na época ... Hoje, as coisas mudaram po lá. Se divirtam!

19/01/2009 - 19h12m
Por Lílian Marques
(Publicada no iBahia.com/ http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=196870&id_secao=2002)

foto: Lílian Marques/iBahia.com
Turistas se encantam com as fitas do Bonfim

Berimbaus, camisas customizadas e cartões postais. Todos são lembranças levadas por quem passa pela Bahia. Mas, no Porto de Salvador, no bairro do Comércio, quem reina mesmo são as fitinhas do Senhor do Bonfim. Mesmo sendo um símbolo de crença, elas ganham formas das mais diversas no atracadouro da cidade. Algumas viram bolsas, pulseiras e até enfeites de sandálias.

Os turistas que chegam à capital baiana nos transatlânticos formam a principal clientela. Nas lojas, alguns deles apenas observam. Outros resolvem apreciar de perto os produtos e sacramentam a compra. ‘Na chegada, a maioria apenas olha, mas quando voltam do tour feito pela cidade acabam levando alguma lembrança. A maioria gosta das camisas do Brasil’, conta Lúcia Teixeira, proprietária de uma das lojas de variedades.

foto: Lílian Marques
Navio Mariner of the Seas chega a Salvador

E o movimento de turistas no Porto de Salvador segue em escala crescente. Somente na sexta-feira (16), dois mil deles desembarcaram na cidade. Todos vieram no navio Mariner of the Seas, a maior embarcação que visita a capital baiana nesta temporada. Até o fim do Verão, 102 transatlânticos devem aportar no atracadouro municipal.

Confira a galeria de fotos

Fiteiros - Além das lojas, vendedores ambulantes, mais conhecidos como fiteiros, batem ponto na entrada do terminal marítimo. Para atrair os visitantes, eles costumam chacoalhar as fitinhas, umas se debatendo nas outras. ‘Quem passa por aqui não sai sem a fitinha”, garante Ricardo Cruz, policial da Delegacia do Turista (Deltur) que participa do esquema de segurança no local na temporada de navios.

Mas não são todos os turistas que gostam da abordagem dos fiteiros. ‘O estrangeiro não gosta muito que os meninos peguem neles’, explica Ricardo Cruz. Segundo o policial, os ambulantes devem ficar a uma distância de pelo menos dez metros da entrada, para não importunar os turistas.

Os vendedores usam camisa verde com numeração. ‘Assim posso identificá-los, caso um turista reclame da atitude deles’, ressalta Ricardo cruz, que teve a iniciativa de organizar o número de fiteiros para trabalhar no local.

Ainda de acordo com Cruz, se algum dos vendedores se comportar de maneira indevida, fica sujeito a não trabalhar no dia em que o próximo navio chegar. Em caso de abordagem mais agressiva, o ambulante pode até perder a camisa. “Mas isso nunca aconteceu”, felicita-se o policial, dizendo que os "meninos" costumam ter bom comportamento.

foto: Lílian Marques/iBahia.comMelhorias - Para o fiteiro Carlos Batista de Matos, 17 anos, ficou melhor trabalhar no Porto após essa organização. Apenas 16 fiteiros ficam no Porto. ‘A concorrência é menor e fica mais tranquilo aqui’, conta o jovem, que está na função desde os 7 anos. ‘Ficava observando o trabalho até o dia que um amigo me chamou para fazer isso também’. Fora da temporada de navios, Carlos trabalha em uma fábrica de detergente, mas garante, com um tímido sorriso, que o rendimento no Porto é melhor do que na fábrica.

Franklin Santana Cruz, 23 anos, herdou a atividade em casa. ‘Aprendi com meu avô, que fazia as vendas na Igreja do Bonfim’. Quando não há navios no Porto, o local de trabalho é a Colina Sagrada. ‘Lá também usamos coletes, somos cadastrados pela prefeitura, mas aqui vendo mais’.

Nesta sexta-feira, os dois fiteiros chegaram ao Porto com 200 fitas. A expectativa é de que nenhuma fosse levada de volta. Quando o assunto é lucro diário, os dois garotos tentam esconder o jogo, mas revelam que, a depender do navio, o rendimento varia de R$ 30 a R$ 80 por dia. Porém, o policial Ricardo Cruz arrisca que, em alguns casos, eles chegam a levar para casa até R$ 150. “O movimento aqui é grande. Dá pra ganhar um dinheiro”.

Os dois jovens não escondem a preferência pelos turistas brasileiros. ‘Eles são mais legais, dão mais atenção e compram bastante também’. Quando oferecem a lembrança, os vendedores não esquecem de colocá-las no braço do turista e de informar que três pedidos podem ser feitos. Reza a lenda que quando a fita partir é porquê o desejo foi atendido ou o será em breve. Conforme explica a dupla, as mais procuradas são as brancas e vermelhas.